Sobre portas

Não é possível atravessar uma porta sem antes colocar a mão na maçaneta, movimentando-a para baixo, e ainda assim é necessário empurrar ou puxar a porta.

Empurrar ou puxar…

Abrir! Antes de abrir pensar: o que estará atrás da porta…

Nada disso importa, na verdade todas as portas nos levam a um outro lugar e assim deve ser quando deixamos a vida: uma porta para um novo lugar. E o costume tamanho de abrir uma porta pode não nos assustar tanto, porem essa será a ultima, depois dela nada mais haverá.

Não me canso de dizer o quanto acho triste a morte, acredito em outra esfera, creio na reencarnação, aprimorar o espírito é necessário, e em uma única vida, não há tempo para tudo o que uma pessoa precisa aprender, o mundo é vasto, a vida intensa, todas as emoções, gostos, lugares, sentimentos.

A coragem raramente se mistura com a paciência, o bem jamais se mescla com o mal, a luz não flerta com as trevas, o amor não tem morada em um coração cheio de ódio, tal qual a soberba, a vaidade não caminha com a solidariedade, gentileza não se faz cúmplice de quem não tem sabedoria, perdoar o ato mais difícil e que tantas vezes precisa ter ares de insanidade para ser verdadeiro, o perdão sem limites.

O que importa quando a vida termina?

Dinheiro, poder, beleza, fama, sucesso, uma carreira promissora, um carro do ano, uma vida inteira pela frente, sem contar com o fato de que a morte pode chegar a qualquer momento e atrapalhar o plano daquela viagem internacional, da aquisição de um barco, aquele casaco, a ultima prestação…

Sabemos o hoje, ou melhor, sabemos desse milésimo de segundo.

O que importa quando a vida termina?

Quais relatos farão sentido contar a quem estiver do outro lado da ultima porta? O que você tem para dizer para Deus? O que Ele terá para dizer a você?

Faça as contas de quantas pessoas você pode ajudar até agora? Quantas almas você consolou? Quantas vezes o seu coração transbordou de amor, serenidade, humanidade? Quantas mentiras você contou? A quantos apontou o dedo? Semeou o ódio, a discórdia, a soberba, plantou armadilhas?

Você esta lendo essas palavras, acredite: ainda há tempo de fazer alguma coisa caso as respostas dessas perguntas lhe deixem em duvida sobre o que pensar, ou melhor, sobre o que importa quando a vida termina.

D.S.L

 

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Autor: ela...

Elaine. Ela. Helena. 17. Setembro. Há alguns anos atrás. Ascendente em peixes. Brasil. Santista de nascimento. Baiana de descendência. Mineira de coração e endereço. Muitas e de muitos tamanhos. Letras, palavras, frases. Nossa Senhora Aparecida. Família. Música. Sol. Brisa. Luar. Prefiro mar. Branco. Tenho uma irmã mais nova. Minha maior paixão tem mais de 100 anos. Abraço. Meu pensamento é hiperativo. Tenho os melhores amigos. Cometo ao menos um erro todos os dias. Converso com Deus. Já mudei de emprego três vezes, já mudei de vida outras varias. Por do sol. Não faço nada sem dois ingredientes: paixão e entusiasmo. Primavera. Beijo. Horizonte. Esperança. Cinema, quadros, composições. Já machuquei quem não merecia. Olhar. Exagerada e sensível. Carente. Bagunceira. Transparente. Meu primeiro livro publicado e grande orgulho: Quando Florescem as Orquídeas. Tenho um blog e uma coluna semanal em um jornal do interior. No mais sou abençoada. Sei dizer apenas que tudo passa!E que eu sou bem feliz! D.S.L

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