“Temporariamente fora de serviço”

Talvez a culpa seja da miopia, que embaralha a visão e mesmo onde não existem motivos para acreditar, eu os detenha como forma de alivio para alma. Assim me apego a historias fadadas ao fracasso, e mesmo não persistindo nessas historias, ao final me custam tempo e energia, levando um pouco daquilo que tenho de bom, carregando gramas de esperanças que se perdem.

Talvez a culpa seja de alguma doença cardíaca que os cientistas desconhecem, eles deveriam estudar mais sobre corações bobos, e sobre a idiossincrasia de pessoas como eu, que detêm uma espécie de “caixa dois” onde superfaturam o valor das pessoas a sua volta.

Sinto-me como essas mensagens de celular: “temporariamente fora de serviço”, pois tudo o que havia, deixou de existir, sem ao menos deixar saudades. Resta um grande enjoou, uma ânsia de vomito, uma “puta” vontade de rasgar a roupa, ficar louca, e dar razão a quem de fato acha que a minha cura provem em esperar menos, sentir menos e realizar menos.

Eu jamais serei “menos”, e cada dia que passa tenho mais orgulho dos meus exageros, pois assim sinto de verdade tudo aquilo que tenho vontade, eu tenho coragem de bancar a boba, de borrar a face com lagrimas, de estancar as feridas, eu tenho coragem de ter esperança!

Outro dia uma amiga me disse que o meu defeito é olhar adiante, não acompanhando a visão de quem esta ao meu lado, calei-me, pois eu não respondo nada sem um fundamento. O problema não é a minha visão! O problema é que dou chances para “qualquer” um estar ao meu lado, entupindo meus ouvidos de qualquer besteira, por muitas vezes tenho que responder com o silencio tamanho os absurdos, não sou eu quem enxerga a frente, são os cegos que ao meu lado nada enxergam, nada procuram, remoendo sentimentos que eles sabem trair a própria vontade de ser feliz.

Recuso-me a viver futilidades! Recuso-me a lamentar por pouco, a não olhar nos olhos, a não abraçar com o coração, a abrir mão de um dia sentir todo amor que houver nessa vida.

D.S.L

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Autor: ela...

Elaine. Ela. Helena. 17. Setembro. Há alguns anos atrás. Ascendente em peixes. Brasil. Santista de nascimento. Baiana de descendência. Mineira de coração e endereço. Muitas e de muitos tamanhos. Letras, palavras, frases. Nossa Senhora Aparecida. Família. Música. Sol. Brisa. Luar. Prefiro mar. Branco. Tenho uma irmã mais nova. Minha maior paixão tem mais de 100 anos. Abraço. Meu pensamento é hiperativo. Tenho os melhores amigos. Cometo ao menos um erro todos os dias. Converso com Deus. Já mudei de emprego três vezes, já mudei de vida outras varias. Por do sol. Não faço nada sem dois ingredientes: paixão e entusiasmo. Primavera. Beijo. Horizonte. Esperança. Cinema, quadros, composições. Já machuquei quem não merecia. Olhar. Exagerada e sensível. Carente. Bagunceira. Transparente. Meu primeiro livro publicado e grande orgulho: Quando Florescem as Orquídeas. Tenho um blog e uma coluna semanal em um jornal do interior. No mais sou abençoada. Sei dizer apenas que tudo passa!E que eu sou bem feliz! D.S.L

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