Como dizia o “poetinha”

   Eu entendo meu choro na noite de sábado, não chorava por ninguém, não sentia saudades, nem necessidade, tudo estava perfeito, mas no peito persisti a pergunta, quando? Onde? Você existi? Eu vou te encontrar?
   Todos os clichês já me foram ditos e eu confesso que os entôo como um mantra todas as vezes que me pego assim a pensar…
   Talvez o problema seja comigo. Essa foi uma das minhas frases naquela noite! Talvez o problema seja comigo! Assustadora demais pra alguém tentar encarar, afinal são poucas as pessoas que não se assustam com bom tratamento, carinho, atenção, conversas intermináveis(silêncios também), longos abraços, beijos cheios de desejo , e uma pretensão imensa de viver um amor verdadeiro, sem medo, espera, de fronte para abismo, onde não se tem certeza do amanha, do que vem depois, porque eu sou assim, eu não tenho certeza do que vem depois! Eu compreendo, sei que tudo isso é assustador quando chega à realidade, mas eu prometo que também não vou embora fácil, a menos que você propriamente queira.
   Não me sinto aflita, nem ao menos ansiosa, mas é assim que funciona.     Minha vida passa por momentos sensacionais e inesquecíveis, cercado de pessoas mais que especiais, mas falta alguém…
   Alguém pra olhar nos olhos no instante daquela musica, alguém pra acordar comigo no dia seguinte e quem sabe até achar graça das coisas que eu esqueci, pra dizer que estou bonita antes de sair, ou até mesmo pra implicar com alguma coisa, alguém pra brigar, pra andar junto quando todos os amigos estão ocupados com suas próprias vidas, cinema, cachorro quente na rua, mensagem no meio do dia dizendo apenas saudades, adormecer na rede, vigiar meu ORKUT, perguntar o que eu estava fazendo àquela hora no MSN, viajar, dançar, viver; sem medo, sem esperar, sem ter receita pro amanha, fazer planos, juras, promessas de “pra sempre”.
   Eu não entendo porque isso assusta, pra mim, é tão simples e tão imenso, necessário!Ninguém deveria viver sem, pois eu acho que o mundo às vezes aparece triste assim, porque como dizia o “poetinha”: “Fundamental é mesmo o amor, é impossivel ser feliz sozinho…” e só quem vive infeliz, pensa em tornar tudo sem vida!
D.S.L

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Autor: ela...

Elaine. Ela. Helena. 17. Setembro. Há alguns anos atrás. Ascendente em peixes. Brasil. Santista de nascimento. Baiana de descendência. Mineira de coração e endereço. Muitas e de muitos tamanhos. Letras, palavras, frases. Nossa Senhora Aparecida. Família. Música. Sol. Brisa. Luar. Prefiro mar. Branco. Tenho uma irmã mais nova. Minha maior paixão tem mais de 100 anos. Abraço. Meu pensamento é hiperativo. Tenho os melhores amigos. Cometo ao menos um erro todos os dias. Converso com Deus. Já mudei de emprego três vezes, já mudei de vida outras varias. Por do sol. Não faço nada sem dois ingredientes: paixão e entusiasmo. Primavera. Beijo. Horizonte. Esperança. Cinema, quadros, composições. Já machuquei quem não merecia. Olhar. Exagerada e sensível. Carente. Bagunceira. Transparente. Meu primeiro livro publicado e grande orgulho: Quando Florescem as Orquídeas. Tenho um blog e uma coluna semanal em um jornal do interior. No mais sou abençoada. Sei dizer apenas que tudo passa!E que eu sou bem feliz! D.S.L

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